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Edição
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Fique sabendo o que o Didú degustou e aproveite as informações privilegiadas |
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Carta do Editor: No www.didu.com.br você pode encontrar a lista de 110 vinho brasileiros que reputo como bons e que você pode servir com orgulho a qualquer amigo. Não espere que algum “expert” venha dar nota alta ou dizer que é bom. Experimente você e decida por você mesmo, afinal é você quem vai pagar curtir o vinho. Lembre-se o vinho foi feito para o nosso prazer e não para ditar regras de etiqueta social. No site www.bluetv.com.br você encontra sempre algum programa CELEBRE! basta entrar no site e ir “galeria de vídeos” e clicar em “celebre!” Bom proveito. Se você é produtor, importador, lojista e quiser apoiar a opinião independente que descomplica o vinho para você. Anuncie em meus veículos. Basta falar com o Gibran no cel: 7552 1561. Temos site, blog, programa de TV e este informativo que vai a mais de 36 mil leitores.
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Barolo Parusso |
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A amostra de nº 1 representada pelo BAROLO Parusso de Castiglione Falletto e Monforte d'Alba, do ano de 2004 importado pela EXPAND venceu, a degustação às cegas da Confraria dos Sommeliers, que comemorando seus dez anos de degustações com mais de 2.500 vinhos degustados, na reunião no Zena Caffè de Juscelino Pereira (Presidente da Confraria) e com palestra do “barolista” que vos escreve. E tem “expert” que não gosta de Barolo heim... Saúde! |
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Pedra Azul |
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Eu nunca fui a um evento no Pedra Azul, elegante hotel de montanha do Espírito Santo. Sempre ouvi dizer que era o máximo, com degustações de vinhos excepcionais e palestras de craques no assunto. Agora fico sabendo pelos meus amigos da Casa do Porto (Rodrigo e Péricles Gomes), que detestam aparecer em vídeos, que o evento será ressuscitado este ano em outubro, com limite de ingressos em 200 pessoas e que será um show. Com ingressos de R$ 2.500,00 o evento será para poucos privilegiados que poderão andar nas nuvens com o que degustarão e com o que aprenderão. Os organizadores prometem até a vinda do “gênio” Nicolas Joly que se vier mesmo já vale o ingresso, o cara é de outro planeta. Bem, com a Casa do Porto por trás e o apoio de marketing da Premium de Álvaro Moura, o evento certamente dará o que falar. Os interessados devem se inscrever no www.casadoporto.com Veja Ariel Perez da Casa do Porto falando do evento AQUI.
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TOUR MISTRAL |
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A Mistral e a Vinci de Ciro Lilla dão sempre um show cada vez que trazem produtores para o rasil. Eles bem que tentaram desativar o “Tour” mas os importadores não deixam. Querem vir para este “Tropical Paradise” e a sorte é nossa. Os convites sempre esgotam e é oportunidade para se conversar com os produtores, provar de garrafas que só em momentos como estes os comuns mortais como eu podem degustar. Infelizmente nunca consigo ir em todos os produtores. Veja aqui alguns desses momentos e visite no youtube tantos outros que não cabem aqui. Basta procurar por “didurusso” e se divertir. Um babador é aconselhável... AQUI.
Anote aí minhas indicações de “Secondo Me” que reúnem as boas compras e as extraordinárias também, com os centavos, que mostra que a Mistral dá valor ao dinheiro...
Domaines Baron de Rotschild Bordeaux Reserve Speciale Blanc 2007 (R$ 61,75).
Domaine D’Ausssières 2005 (Corbières) (R$ 72,01)
Masi Massiano Pinot Grigio/Verduzzo 2007 (66,31)
Masi Bardolino Clássico Frescaripa 2007 (R$ 53,01)
Masi Barolo di CAmpofiorin Ripasso 2005 (R$ 108,30)
Masi Riserva di Costasera Amarone Valpolicalla Clássico 2003 (R$ 331,55)
Badia di Coltibuono Sangiovese Carcelli 2006 (R$ 49,21)
Badia di Coltibuono Sangiovetto IGT 2004 (R$ 236,55)
Tenuta di Capezana Chardonnay IGT 2007 (R$ 56,81)
Tenuta di Capeana Barco Reale di Carmignano 2006 (R$ 66,50)
Castello Del Terriccio Syrah/Mouvèdre/Petit Verdot 2004 (R$488,30)
Tasca D’Almerita Nozze D’Oro 2004 (R$78,85)
Tasca D’Almerita Regaleali Nero D’Avola 2006 (R$ 69,35)
Amaro Nonio Quintassentia Infuso d’Erbe Alpine (R$ 113,81)
Luis Pato Maria Gomes 2008 (R$ 39,71)
João Pato Touriga Nacional 2007 (R$ 56,01)
Espumante Baga Rosado bruto (R$ 64,41)
Espumante Touriga Nacional Brut (R$ 85,31)
Graham’s Altano Bilógico 2007 (R$ 68,40)
Graham’s Quinta do Vesúvio 2007 (R$ 322,05)
Quinta do Côtto tinto 2005 (R$ 72,01)
Quinta do Côtto Grande Escolha 2001 (R$ 190,05)
Lagoalva de Cima Alfrocheiro 2006 (R$ 170,81)
Graham’s Fine Tawny (R$ 60,61)
Graham’s 10 years tawny (R$ 131,10)
Anima Negra (todos)
Tikal Alma Negra Malbec Rosado Brut (R$ 63,65)
Pisano Rio de LosPájaros Tannat/Syrah/Viognier (R$ 39,71)
Pisano RPF Petit Verdot (R$ 59,85)
Pisano Arretxea Tannat/Petit Verdot (R$ 110,01)
Pisano Axis Mundi Tannat (R$ 264,10)
Pisano Etxe Oneko Tnnat Licoroso 375ml.(R$ 107.35)
Vallontano Brut Rosé (R$ 39,90)
Vallontano Cabernte Sauvignon (R$ 37,90)
Valontano Reserva Merlot (R$ 49,90)
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Selo Fiscal |
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A idéia do ineficiente, burocrático e caro selo fiscal proposto pela Câmara Setorial do Vinho, que daria vantagens apenas às grandes vinícolas do setor e ridicularizaria o Brasil lá fora, deve cair mesmo. O “bravo” Luiz Henrique Zanini que reuniu inúmeras assinaturas em abaixo assinado contra mais este imposto, me informa que uma avaliação técnica da Receita Federal reprovou a idéia que ainda precisa ser decidida pelo Ministro Guido Mantega.
De acordo com Zanini, várias associações que apoiaram a idéia do selo voltaram atrás depois de serem informadas dos custos e da burocracia que terão de enfrentar. Ele citou, nessa situação, a Associação Catarinense dos Vinhos de Altitude (Acavitis), a ProGoethe (entidade que representa as vinícolas de Santa Catarina que usam essa uva), Associação Brasileira de Enologia, a Associação Gaúcha de Vitivinicultores (Agavi) e a Associação das Vinícolas de Garibaldi (Aviga).
José Molon, da Agavi, procurou ressaltar que sua entidade votou a favor do selo porque não teve oportunidade de receber informações nem sequer de discutir minimamente o assunto. Agora, querem deixar claro ao governo que as 78 vinícolas representadas são contra o selo.
Essa comissão técnica do Ministério da Fazenda se sensibilizou com dois fatos; o selo custaria R$ 0,20 por garrafa é absurdo se comparado ao do preço mínimo do quilo da uva (R$ 0,46), depois comentaram que não se pode instituir um imposto desses por dois anos a titulo de “teste” como foi sugerido, pois só a implantação do selo demoraria dois anos... Tomara que o Ministro Mantega tenha a mesma lucidez. Encontrei com Zanini no Tour Mistral e colhi este depoimento. Veja ao Vídeo AQUI
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Filipa Pato |
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A Casa Flora trouxe mais uma vez ao Brasil essa encantadora e competente produtora, que tem o talento e a ousadia do pai, para apresentar seu inusitado FLP um branco doce com ótima acidez, produzido com as castas Bical, Cerceal e Cercealinho (Cerceal com Alvarinho) que só o Gênio Luis Pato tem. O vinho é super versátil pois tem acidez alta e açúcar alto, com densidade, frescor e untuosidade. Ele foi servido com sobremesa mas eu preferiria com comida tailandesa e seus agridoces picantes. Fica aqui a sugestão. Veja no vídeo a Filipa falando do Francisco, do pai e do FLP. O vinho você encontra na Casa Flora (Tel: 2842-5199) por R$ 75,00.
Filipa tem os fantásticos 3B (Baga e Bical na Bairrada), um espumante rosado que fez tanto sucesso por aqui que é chamado de Baga e Bical para o Brasil... Ela, como seu pai, fazem uma poda verde tardia e produzem um espumante com esses cachos que na maioria das vinícolas vira apenas um suplemento de adubo. “É no Santiago que a uva pinta o bago” diz o ditado em Portugal que anuncia a data para essa poda. Genial. Nunca ouvi falar disso em qualquer lugar do planeta. E agora o Luis também lança ao mesmo estilo o único espumante do mundo produzido a partir de Touriga Nacional. Veja aos vídeos AQUI.
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CALITERRA |
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Adolar Herman que é um craque no assunto fez tudo direitinho, reuniu imprensa e poucos Clientes no elegante La Tamboulle do meu amigo Giancarlo Bola ¬– o primeiro a levar o “réchaud” para o salão lá na década de 70 – para apresentar o novo produto de seu excelente portfólio e em roupagem nova, mais elegante e que ajudará certamente a marca se livrar da certa queimada que teve recentemente em supermercados. O produto está bem situado em preço e aparência ao seu propósito, tanto que Adolar contou que doas 18 mil garrafas que trouxe, já havia vendido 10 mil antes mesmo do anuncio oficial ao mercado. |
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INOVINI |
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É o novo nome que chega ao mercado de vinhos importados com a experiência de uma importadora que atua desde 1946, a Importadora Aurora. O fato foi comunicado em excelente jantar no Cantaloup com a presença de Alberto Jacobsberg, Presidente da Aurora que apresentou as novidades, entre elas as contratações de Rodrigo Lanari e Eduardo Andrade. Com a nova empresa estão também os conceituados Prosecco Nino Franco, que vêm engrossar o portfólio composto por marcas, como: Los Vascos (Chile); Ferreira (Porto); Louis Latour (Borgonha); Mondavi (Califórnia); Hardys (Australia); Laurent Perrier (França); Domini (Douro); Weinert (Argentina); Tio Pepe (Jerez); Beronia (Rioja) e Remy Pannier (Loire). Jacobsberg promete ainda José de Sousa, do Alentejo, os centenários Moscatéis de Setubal do Jose Maria da Fonseca além dos criativos vinhos sicilianos da Cusumano. Com foco em lojas e restaurantes Jacobsberg tem meta na INOVINI de R$ 30 milhões de faturamento em quatro anos. Sucesso.
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Chateau Valandraud |
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A Casa do Porto de meu amigo Rodrigo Gomes, está trazendo ao Brasil os renomados rótulos “vin de garage” do produtor Jean-Luc Thunevin. Ele é proprietário-gerente da ETS Thunevin (www.thunevin.com) e proprietário dos; Château Valandraud, Virginie de Valandraud, Clos Badon Thunevin, Château Bel Air Ouÿ, Château Prieuré Lescours, Château Bellevue de Tayac, Domaine Calvet-Thunevin e Calandray. O cara é uma simpatia e conta tudo sempre com bom humor e savoir-faire. Jean-Luc que não é enólogo, adora tentar coisas diferentes e em 2.000 resolveu cobrir parte de seu vinhedo com um plástico para evitar o excesso de água da chuva, sem saber que não era permitido. Foi punido e recusado como AOC Saint Emilion Grand Cru e forçado a divulgar Vin de Table nos vinhos daquela parcela de dois hectares. Ele então fez um rótulo chamado L’interdit de Valandraud e vendeu ao mesmo preço dos Grand Cru fazendo grande sucesso...
Dos oito vinhos que degustei, os melhores “Secondo Me’ foram: Blanc de Valandraud n°2 2007 (R$ 252,00), Presidial Thunevin (Le Coq) Tinto 2007 (R$ 79,00), Bad Boy 2006 (R$ 168,00), Dom Virginie Thunevin 1 2006 (R$ 110,00), 3 de Valandraud 2006 (R$ 290,00), Virginie de Valandraud 2007 (R$ 420,00) e o Chateau Valandraud 2003 (R$ 1.04,00). www.casadoporto.com
Como digo sempre, podemos até ficar sem beber, mas beber mal jamais...
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